“Psicofobia é crime previsto em Lei e dá cadeia!”

Originalmente em https://ehsseguranca.com.br/psicofobia-e-crime-previsto-em-lei-e-da-cadeia/

O que é psicofobia?
Termo um tanto desconhecido, embora largamente praticado, psicofobia trata do preconceito contra pessoas que sofrem de transtornos mentais. Assim, o desconhecimento, a negligência e a rejeição são fatores que fazem piorar o quadro destes indivíduos. Uma vez que o agredido, muitas vezes, vivencia este tipo de situação em seu cotidiano, seja com familiares ou entre amigos.

Entenda a dinâmica básica dos transtornos mentais
Eles podem ser desencadeados por traumas, grandes rupturas emocionais ou fatores genéticos. É um processo químico, como em outras doenças psiquiátricas, o desequilíbrio de hormônios, como dopamina, endorfina, serotonina e ocitocina desencadeiam o transtorno, independentemente da pessoa possuir uma vida tranquila, próspera ou não.

Entenda os tipos de agressão:
Isto é uma fase, a tristeza vai embora e passa, não fica assim.
Desculpa, pessoas com depressão clínica ou transtorno bipolar não ficam tristes por causa de uma situação em especial. Elas simplesmente entram em crise por fatores externos ou internos que as desestabilizam.
Você é louca(o), precisa ser internada (o), não dá para conviver com você!
Sim, transtornos mentais são sofrimentos para quem vê e muito mais para quem é portador. O indivíduo entra em instabilidade emocional e potencializa situações que ele julga ameaçadoras, como ter que sair na rua, ouvir um comentário negativo, ou ter que esperar por algum processo burocrático. Tudo fica muito mais sofrido.

Para com isso, que frescura, você é hipocondríaca (o), vê doença em tudo!
Normalmente, mesmo que a pessoa transtornada não esteja numa crise emocional aguda, qualquer flutuação vai deixá-la em estado de alerta. Isso acontece porquê crises de pânico e ansiedade são muito traumáticas, as emoções tomam conta da mente e do físico da pessoa. E o indivíduo sofre apenas em pensar que pode acontecer de novo.

Vai trabalhar você está fazendo corpo mole!
Doenças psiquiátricas em estágio agudo ou refratário (quando levam mais tempo do que o normal para estabilizar), podem ser incapacitantes, sim! A própria legislação trabalhista garante auxílio doença, após perícia, dependendo do estado do paciente. O indivíduo em estado grave de um transtorno não consegue, mesmo, realizar atividades simples, como tomar banho, comer ou ter foco para fazer uma leitura, por exemplo.

Existe ajuda, você não está sozinho
Existe ajuda para quem não pode custear terapeutas ou psiquiatras para tratamento. Esse trabalho é desenvolvido pelo programa de terapia da associação N/A Neuróticos Anônimos, entre outras entidades.

Psicofobia é o preconceito contra as pessoas que têm transtornos e deficiências mentais. Ao longo da história, doentes mentais foram acusados de bruxaria ou de serem possuídos pelos demônios, ou até mesmo de serem servos do diabo. Nos tempos modernos, quando foram desenvolvidas a psiquiatria e a psicologia, verificou-se que essas pessoas tinham doenças mentais e não demônios ou quaisquer outras explicações acima mencionadas. O preconceito contra os portadores de doenças mentais ainda é muito grande e apenas a informação sobre o assunto pode diminuir o preconceito.
Desse modo, a psicofobia nada mais é do que tratar algum transtorno ou transtornador mental com negligência. Ou seja, quando se inferioriza uma pessoa dizendo coisas como “isso é frescura”, “você está se fazendo de vítima”, ou quando se dizem que alguém é “louco” porque possui um transtorno mental. É preciso se compreender que pessoas com ideias suicidas não estão em busca de atenção, pessoas com depressão não estão tristes, pessoas com ansiedade não são rudes, pessoas com transtorno mental não são loucas. E a Psicofobia só piora todos os tipos de transtornos que existem. A negligência, a ignorância , a solidão , levam a pessoa a um estado muito pior do que o transtorno já a coloca.
A Psicofobia é motivo de suicídio no país inteiro, por negligência ou ignorância de próximos a um tratamento adequado.

Psicofobia é Crime!
Com o objetivo principal de combater o preconceito contra o doente mental e contra o Psiquiatra, a campanha está o PLS 236/12 que torna a Psicofobia (atitudes preconceituosas e discriminatórias contra os deficientes e os portadores de transtornos mentais.) um crime.

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“Taiwan é primeiro país da Ásia a legalizar casamento gay”

Originalmente em https://www.dw.com/pt-br/taiwan-%C3%A9-primeiro-pa%C3%ADs-da-%C3%A1sia-a-legalizar-casamento-gay/a-48771367

Lei dá às uniões homossexuais praticamente todos os direitos associados ao casamento, exceto uma limitação na adoção de crianças. Oposição conservadora diz que vontade da maioria da população foi ignorada.

Taiwan se tornou nesta sexta-feira (17/05) o primeiro país da Ásia a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Os parlamentares taiwaneses aprovaram, por 66 votos a favor e 27 contra, uma lei que autoriza “uniões permanentes exclusivas” para casais do mesmo sexo e permite que estes solicitem um “registro de casamento” em agências governamentais.

A votação desta sexta-feira deu aos casais do mesmo sexo quase todos os direitos associados a um casamento, que incluem questões como impostos, seguro e guarda de crianças. No entanto, não foi incluída na legislação a equiparação completa dos direitos de adoção. Casais homossexuais de Taiwan poderão registrar seu casamento a partir de 24 de maio.

A votação ocorreu no Dia Internacional Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia e representou uma grande vitória para a comunidade LGBT nesse Estado insular na Ásia Oriental. A votação foi acompanhada perto do Parlamento taiwanês por milhares de defensores dos direitos dos homossexuais, que se abraçaram sob chuva quando a aprovação foi anunciada.

Mais de 35 mil pessoas marcharam pelas ruas de Taipé até o Parlamento, pedindo aos legisladores que não discriminassem pessoas do mesmo sexo que desejassem se casar e que votassem em favor da união civil igualitária.

A Aliança de Taiwan para Promover os Direitos de Parceria Civil afirmou que a votação favorável significa que Taiwan abriu “uma nova página na sua história”.

A presidente da República da China (nome oficial de Taiwan), Tsai Ing-wen, saudou o resultado como um “grande passo em direção à verdadeira igualdade”. O texto mais progressista sobre o assunto, e que foi aprovado, fora apresentado pelo partido dela.

Grupos conservadores afirmaram que a aprovação não reflete a vontade da população. Parlamentares da ala conservadora tentaram remover referências ao casamento e propuseram um outro nome para as uniões do mesmo sexo, mas esses projetos foram descartados pelo Parlamento.

“A vontade de cerca de 7 milhões de pessoas no referendo foi pisoteada”, afirmou a Coalizão para a Felicidade de Nossa Próxima Geração. “A massa popular vai contra-atacar em 2020 [data das próximas eleições].” Em 2018, eleitores de Taiwan rejeitaram o casamento entre pessoas do mesmo sexo numa série de referendos.

O movimento pelos direitos dos homossexuais começou a ganhar força no Estado insular na década de 1990.

Em 2017, o tribunal constitucional de Taiwan decretou que impedir o casamento de casais do mesmo sexo era inconstitucional e deu ao governo prazo de dois anos para introduzir uma legislação apropriada ou uma lei de igualdade no casamento seria promulgada automaticamente. Esse prazo se encerra em 24 de maio.

O Partido Democrático Progressista (DDP), da presidente Tsai Ing-wen, detém a maioria parlamentar, com 68 dos 113 assentos. Ela precisa agora assinar o projeto de lei aprovado pelos parlamentares para que ele entre em vigor.

PV/dpa/afp/efe

“Governo de SP lança campanha do Agasalho 2.019”

20/05/2.019
Campanha é uma iniciativa do Fundo Social de São Paulo

Originalmente em http://www.campanhadoagasalho.sp.gov.br/

O Governador João Doria, a Primeira-dama e Presidente do Conselho do Fundo Social de São Paulo, Bia Doria, e o Presidente Executivo, Filipe Sabará, lançaram nesta segunda-feira (20), no Palácio dos Bandeirantes, a Campanha do Agasalho 2019.  

“Historicamente, há mais de 50 anos o Fundo realiza campanhas institucionais, voltadas para a arrecadação de agasalhos e cobertores durante o inverno. A diferença é que, neste ano, nós solicitamos apoio também dos setores privado, varejo e comércio, para o fornecimento de roupas e cobertores novos. Temos como meta 50 mil cobertores e, pelo menos, 250 mil peças de roupas”, declarou o Governador.  

Criada em 1947, a Campanha do Agasalho é uma iniciativa do Fundo Social de São Paulo (FUSSP), em parceria com entidades públicas, privadas e sociedade civil. Seu principal objetivo é coordenar ações de arrecadação de itens de inverno, para ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade a enfrentar os períodos de frio. O recolhimento de agasalhos e cobertores novos e em bom estado se dá pela disponibilização de coletores e cartazes em locais movimentados, convidando a população a participar.   

Com o tema “Nosso superpoder contra o frio é um agasalho novo”, a Campanha deste ano tem como protagonistas os personagens Ben10 e As Meninas Superpoderosas, do Cartoon Network, que terão uma grande missão: engajar a sociedade para promover um inverno mais solidário.  Com esse time generoso, heróis superpoderosos e a população de São Paulo, o frio deixa de ser um monstro gigante.  

A iniciativa conta com o apoio oficial de empresas e entidades, como: Alshop, Federação Israelita do Estado de São Paulo, Gazit Brasil, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, Klabin, OAB, Otima, Prodesp e Sabesp.

Todas as informações sobre a programação, que ocorre de 20 de maio a 22 de setembro, estão disponíveis no site www.campanhadoagasalho.sp.gov.br. As doações recebidas serão destinadas para entidades sociais, entre elas hospitais e centros de acolhida, em todos os municípios do Estado de São Paulo.   

*Sobre o Fundo Social*  

O Fundo Social de São Paulo desenvolve a promoção de autonomia, renda e cidadania para pessoas em situação de vulnerabilidade social através de escolas de capacitação nas áreas de Beleza, Bioconstrução, Gastronomia, Informática, Mecânica e Moda. Atualmente, está sob o comando da primeira-dama e Presidente do Conselho, Bia Doria, e do Presidente Executivo, Filipe Sabará.

Momento Papo de Mãe: Você sabe o que é a pedagogia Waldorf?

Originalmente em
https://tvcultura.com.br/videos/69082_voce-sabe-o-que-e-a-pedagogia-waldorf-momento-papo-de-mae.html

Há vários métodos de ensino que fogem do que é conhecido como o “tradicional”. Um desses métodos é a pedagogia Waldorf, que foi a escolhida pela Marina Brito, consultora de RH, para os filhos. A pedagogia Waldorf é uma abordagem pedagógica baseada nos princípios do filósofo austríaco Rudolf Steiner, que procura integrar o desenvolvimento físico, espiritual, intelectual e artístico dos alunos. Neste programa, vamos falar das aulas, da escola e dos métodos de avaliação e contamos com a presença da professora Denise Seignemartin.

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O Cine Belas-Artes continua e com nome novo.

Originalmente em https://guia.folha.uol.com.br/cinema/2019/05/cerveja-petra-e-o-novo-patrocinador-do-cinema-belas-artes.shtml

Após risco de fechar, cinema faz acordo com cerveja e será agora Petra Belas Artes

Sem suporte desde interrupção de apoio da Caixa, espaço promoverá eventos teatrais e musicais

02/05/2019. 11h14

Leonardo Sanchez
Sandro Macedo

São Paulo.

Dois meses após perder o suporte financeiro da Caixa Econômica Federal e mergulhar em incertezas, o Belas Artes anunciou, nesta quinta (2), que já tem novo patrocinador.

Depois de passar por bancos, como HSBC e Caixa, o complexo, localizado em São Paulo, terá o patrocínio da marca de cerveja Petra, que fica responsável por cobrir parte do orçamento anual do cinema, cujo principal gasto é com aluguel. Na rua da Consolação e a poucos metros da avenida Paulista, o endereço vale cerca de R$ 2 milhões ao ano.

Nas negociações, entraram em jogo os “naming rights” (a concessão do direito de a empresa embutir seu nome ao complexo em troca de investimento). O Cine Belas Artes, portanto, passa a se chamar Petra Belas Artes a partir desta quinta. A parceria não gera qualquer tipo de mudança na programação das salas.

“É muito bom estar aqui hoje para anunciar algo que, como profissional e como pessoa, é muito importante para mim. A gente não poderia deixar fechar as portas desse espaço que é tão democrático, é tão acessível”, disse Eliana Cassandre, diretora de comunicação da Petra.

Sem revelar números, André Sturm, proprietário do cinema, disse que o acordo com o novo patrocinador é de cinco anos, e que os valores são superiores ao que tinha anteriormente. De acordo com Sturm, ele procurava uma parceria de três anos e foi o próprio grupo Petrópolis que ofereceu um contrato mais extenso.

“Eles nos procuraram, demonstraram interesse e foi algo incrivelmente simples e fácil. E é muito significativo destacar esse patrocínio em um momento em que a cultura está sendo colocada em um dos últimos planos”, completou.

Além de a curadoria de filmes continuar com Sturm, o proprietário do cinema diz que a ideia é expandir a programação, com eventos de artes cênicas e música. A previsão é que eles comecem a ocorrer entre julho e agosto. Noites com bartenders convidados para preparar drinques feitos com a cerveja também estão nos planos.

Sturm espera que a chegada da Petra ao cinema motive empresas de outros ramos, e não apenas bancos, a patrocinarem espaços culturais da cidade. “Espero que outras empresas vejam que uma cerveja está patrocinando o Belas Artes e que isso gere outras iniciativas”, afirmou.

“É uma marca que nunca patrocinou um espaço cultural e que agora vai patrocinar um de ponta. É uma aposta em um patrimônio da cidade, com recursos da empresa. Eu acho admirável.”

A Petra faz parte do grupo Cervejaria Petrópolis, cujo rótulo mais popular é a Itaipava —completam o portfólio da empresa as marcas Crystal, Lokal, Black Princess e Weltenburger, além da Petra. Em 2017, a Petrópolis adquiriu a Brassaria Ampolis, que detém as cervejas Cacildis, Biritis, Forévis e Ditriguis. Destes, apenas os rótulos Petra e Cacildis serão comercializados dentro do cinema.

Não é de hoje que o grupo patrocina eventos no país, mas a maioria dos investimentos havia sido na área esportiva. A Arena Fonte Nova, por exemplo, vendeu os “naming rights” para a marca Itaipava. O acordo com o estádio gira em torno de R$ 3 milhões por ano.

Histórico

Desde 2014, quando foi reaberto após grande mobilização de políticos e sociedade civil, o Cine Belas Artes integrava a rede de patrocínios culturais da Caixa —e ostentava a marca do banco em seu nome. Em fevereiro, no entanto, recebeu a notícia do fim da parceria.

O corte foi seguido de outras revisões de patrocínios promovidas pelo governo Bolsonaro em empresas como Banco do Brasil, BNDES, Petrobras e Correios. Junto com a Caixa, elas destinaram ao menos R$ 128 milhões à cultura em 2018

Com seis salas de projeção, o Belas Artes foi eleito em pesquisa Datafolha o melhor cinema de rua e o detentor da melhor programação alternativa de São Paulo. Inaugurado em 1967, o endereço ficou fechado entre 2011 e 2014, quando firmou parceria com a Caixa para reabrir.


“Grávidas estão impedidas de exercer atividades insalubres”

Originalmente em https://odia.ig.com.br/economia/2019/05/5638900-gravidas-estao-impedidas-de-exercer-atividades-insalubres.html

STF concede liminar que suspende trecho da Reforma Trabalhista sobre o assunto

Por O Dia

Publicado às 20h44 de 01/05/2019 – Atualizado às 20h45 de 01/05/2019

Rio – As trabalhadoras grávidas e as que ainda amamentam seus filhos não podem exercer atividades insalubres, o que vinha sendo permitido com a aprovação da Reforma Trabalhista durante o governo Temer, em 2017. Em decisão liminar, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes suspendeu o trecho da proposta que modificou a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) que permitia que gestantes ficassem expostas a condições adversas.

Atendendo a um pedido de ação direta de inconstitucionalidade (ADI) da Confederação Nacional de Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM), o ministro do STF tornou sem efeito o trecho da lei que torna obrigatório o afastamento da gestante de atividades insalubres de qualquer grau. No entendimento de Moraes, “a proteção da mulher grávida ou da lactante em relação ao trabalho insalubre, caracteriza-se como importante direito social instrumental protetivo tanto da mulher quanto da criança”. Na liminar, ele acrescentou que o objetivo da norma que prevê o afastamento “não só é salvaguardar direitos sociais da mulher, mas também, efetivar a integral proteção ao recém-nascido”.

Pelo artigo 379-A da CLT, cuja redação foi dada pela reforma aprovada em 2017, as gestantes deveriam ser afastadas de atividades insalubres somente “quando apresentar atestado de saúde, emitido por médico de confiança da mulher, que recomende o afastamento durante a gestação”.

Parecer favorável da PGR

A liminar tem como base também parecer da procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Ela opinou pela concessão da decisão provisória. Para Raquel Dodge, a exigência de atestado médico para o afastamento da trabalhadora gestante, conforme previsto na Reforma Trabalhista, transformava “em regra a exposição ao risco”.

Moraes determinou que a decisão seja comunicada ao Congresso e à Presidência da República. A liminar deve ser agora analisada pelos demais ministros do Supremo, que votarão se será mantida ou não. Ainda não há prazo para que isso ocorra. O ministro destacou que o caso está pronto para ser julgado em plenário desde 18 de dezembro. A inclusão da ADI em pauta depende do presidente do STF, ministro Dias Toffoli.

Em manifestação no processo, a Advocacia-Geral da União (AGU) havia defendido o texto da Reforma Trabalhista. O órgão argumentou que o novo texto da CLT buscou proporcionar um melhor tratamento das mulheres nas relações de trabalho, evitando possível discriminação delas no momento da contratação.

Ponto voltou a valer sem MP

Em abril de 2018, a MP 808, que alterava pontos polêmicos da Reforma Trabalhista – como direitos de trabalhadores intermitentes, trabalho de grávidas em ambientes insalubres, indenização e jornada, por exemplo -, não foi votada no Congresso e perdeu a validade.

A MP estabelecia a autorização para grávidas trabalharem em locais insalubres, mas com autorização médica. A MP foi editada pelo então presidente Temer como “moeda de troca” para convencer senadores aliados a votarem a favor da reforma.

Determinava ainda que trabalhadores intermitentes teriam de pagar a diferença da contribuição ao INSS quando a renda mensal não atingisse o salário mínimo. Se não pagasse, o mês não contaria para aposentadoria.